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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

ONDE VIVEM OS SONHOS

Ótimo mês de dezembro para todos...boa noite.
Sonhar faz parte da vida,
Porém os sonhos sonhados
Vivem inertes, escondidos,
E sem reação,
Em cada pensamento apresentado,
Em cada sentimento retraído
Guardados no coração descompassado!
Mas tornam-se assustados,
Quando descrevem o medo de sair,
Sem ter a certeza que retornará
Antes de ser abordado na rua
Por não ter o branqueamento da neve
Para clarear a lua!
Chega de violência!

Mj, em 20/11/2020.

sábado, 23 de novembro de 2019

INTELIGÊNCIA HUMANA

Enquanto houver escassez do amor, a inteligência humana estará falida. Bom fim de semana. Um abraço.
Dorme a noite e nasce o dia
Com o brilho do sol radiante
Iluminando adiante as cercanias,
Mas nenhuma luta é em vão
Se procurar de jeito,
Através da inteligência,
A localidade certa para plantar
A semente do amor no coração,
Porque ele não é brinquedo
Pra aguentar tanta emoção.
Engana-se quem pensar que é filosofia,
Pois o sangue é vermelho,
Escorre livremente pelas artérias
Da biologia humana.
Bem assim é a alma do cristão,
Independente dos seus ideais,
Ela não tem idade e nem cor, então,
Não há necessidade de julgamento
Quando se fala a verdade
Sem nenhum preconceito!

Mj, em 22/11/2019.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

ERA UMA VEZ

Um resto de terça feira feliz e abençoado a todos. Um abraço.

Estamos em pleno século XXI, as mudanças do tempo trazem significativos benefícios na vida do homem, pois, somos todos iguais, feitos e criados pelo mesmo Deus universal, sem nenhuma distinção de cor, raça, credo, etc., mas, parece que vivemos, ainda, na era primitiva com as mentes aprisionadas pelo ódio, julgando o outro aleatoriamente sem nos darmos ao respeito, esquecendo-nos dos ensinamentos dos nossos pais, e para quem não sabe e não procura se inteirar, RESPEITO é um substantivo masculino que se refere ao ato ou o efeito de respeitar-se, bem como é uma atitude necessária para favorecer a convivência na família, no trabalho, na comunidade, servindo de estreitamento nos laços de amizades, aceitando as diferenças, percebendo que cada pessoa tem o livre arbítrio de escolher ser quem ela realmente quer ser, na forma de pensar, agir, escrever, opinar, porém, torna-se difícil quando se quer ter razão a qualquer custo, ou quando se supõe, frente a qualquer ponto de vista, que a própria postura é a única possível, portanto, vemos também a falta de respeito e EDUCAÇÃO para com os idosos, deficientes físicos, visuais e outros, vemos as crianças e os adolescentes sendo esmagados a qualquer custo, vemos país tentando mostrar força para outro país através de armamentos pesados, e não só, no entanto, eles não estão preocupados com o futuro do seu povo, quanto ás amizades, sem querer generalizar, nós estamos vendo todos os dias a grande falta de aproximação e engajamento por parte de alguns colegas, até num simples bom dia, e á proporção que depositam num papel os seus sentimentos em formato de poesias, prosas, sonetos e poemas, ficam medindo forças a se vangloriarem de que sabem escrever melhor do que o outro, fofocas e fofoqueiros existentes por todos os lados, que se fazendo de “amigos”, adentram na casa do vizinho, jogam verde para colherem o maduro, amarram na barra da saia ou na perna da calça e jogam no ouvido de quem não está presente, e mais uma vez, minha alma está sangrando, ao ver um descalabro de tamanha proporção ocorrendo por causa do ser chamado (des) humano, basta cada um procurar ler as notícias na mídia falada e escrita, onde os próprios refugiados relatam repetidas situações de crueldade, e segundo eles, inúmeros tipos de violências horrorosas sendo praticadas diariamente, e as mulheres, coitadas, sãos as maiores vítimas, elas sofrem sem poderem reclamar, e são também vendidas em leilões de escravos, elas têm o seu preço superior ao dos homens, porque além de serem forçadas ao trabalho escravo, elas também são vítimas de abusos sexuais, e em cada esquina uma mulher é maltratada, espancada, estuprada brutalmente pelos que se dizem machões, e muitas delas não resistem, perecem no local, sem falar que, hoje temos que viver trancafiados nas nossas próprias casas por causa dos assaltos, e nos tempos atuais, ninguém mais é totalmente livre, e eu, no meu isolamento, até pouco tempo, pensei que tinha cessado a escravidão no mundo, mas estou redondamente enganada, e o meu humor não está para suportar determinadas coisas, uma vez que estamos vivendo na era da informática, temos a internet ao vivo e em cores espalhada no mundo inteiro, jornais, canais de televisão, até as cirurgias do coração são feitas à distancia, idas a lua, a marte e outros planetas, temos os automóveis de última geração os quais não precisam de condutor, e logo veremos os mesmos automóveis sobrevoando o céu, dentre tantas outras coisas que estão sendo feitas para facilitar a vida, e a isso chamamos de PROGRESSO, no entanto, retornamos a era mais longínqua que se pode imaginar, afinal eu pergunto, em que século estamos? Medieval? Pré Histórico? Será que podemos viver pelo menos um dia sem violência? Alguém pode me responder, ou estamos brincando de “era uma vez”? Falta educação, saúde, segurança, e muito mais, porque alguns só pensam em si e nos bolsos abarrotados, e o povo que se vire, se puder. As queimadas acontecendo a todo instante deixando as nossas florestas arrasadas, nossos animais estão ficando sem o seu habitat natural por causa da ganância do homem, e a mãe natureza, coitada, também sofre as consequências, mas após, cobra com juros e correções por toda demanda feita, tudo isso é lamentável, acreditando que, enquanto a semente do amor não for plantada no coração de todos, jamais teremos paz, jamais teremos irmandade, é preciso haver conscientização da humanidade, os exemplos estão aí e falam por si só, e quando chegar a nossa hora de partirmos desta vida, nenhum bem material é levado, aqui, somos apenas depositários fiel ou infiel de tudo que Deus nos confiou, porém aos poucos vamos tentando nos lapidar e quem sabe, um dia possamos nos transformar na preciosa essência propriamente dita.
Mj, em 20/11/2018.

sábado, 8 de setembro de 2018

CHEGA DE VIOLÊNCIA!

Boa noite e bom fim de semana a todos.
Ao invés do preconceito,
Discriminação e racismo,
É preciso que haja respeito,
Aceitando as diferenças,
Para que a democracia tenha jeito.
Isso melhora a qualidade de vida
Da própria sociedade, mas,
Faz-se necessário plantar no coração
A semente do amor,
Deixar brotar de fininho,
Aguar as raízes diariamente,
Até criar botão,
Daí, não tem igual,
Ele desabrocha na mente,
E com muito carinho,
Basta espalhar as pétalas das flores,
Para amenizar as dores do irmão.
É isso que leva a paz mundial,
Aprendendo desde criança,
Em casa e na escola,
Ter EDUCAÇÃO,
Pois ela é á base de tudo,
Então, abrace essa causa,
Chega de violência!

Mj, em 08/09/2018.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

DESABAFO

Hoje, 20 de novembro, é comemorado em todo país o dia da Consciência Negra, e se dependesse da minha pessoa, ela deveria ser comemorada nos trezentos e sessenta e cinco dias do ano, ininterruptamente, sem cessar, e sem precisar de autorização prévia, pois somos todos iguais, feitos e criados pelo mesmo Pai celestial, sem nenhuma distinção de cor, raça, credo, etc., porque o respeito vem de berço, e para quem não sabe e não procura se inteirar, respeito é um substantivo masculino que se refere ao ato ou o efeito de respeitar-se, bem como atitude necessária para favorecer a convivência na família, no trabalho, na comunidade, servindo de estreitamento nos laços de amizades, aceitando as diferenças, percebendo que cada pessoa tem o livre arbítrio de escolher ser quem ela realmente quer ser, na forma de pensar, agir, escrever, opinar, porém torna-se difícil quando se quer ter razão a qualquer custo, ou quando se supõe, frente a qualquer ponto de vista, que a própria postura é a única possível, portanto, vemos também a falta de respeito para com os idosos, deficientes físicos, visuais e outros, as crianças e os adolescentes estão sendo esmagados a qualquer custo, vemos país tentando mostrar força para outro país através de armamentos pesados, e não só, no entanto, não estão preocupados com o futuro do seu povo, nas amizades vemos todos os dias a grande falta de aproximação e engajamento dos colegas, até num simples bom dia, nas curtidas, nos comentários, uns respondem, enquanto que outros se acham melhores e mais capacitados, fofocas existentes por todos os lados, tudo isso é preconceito e falta de respeito para com o próximo, e mais uma vez minha alma sangra ao ver um descalabro de tamanha proporção ocorrendo por causa do ser chamado (des) humano, basta cada um procurar ler as notícias porque se voltou a fazer venda de escravos como é o caso dos migrantes africanos que tentam chegar á Europa e são vendidos em leilões, os próprios refugiados relatam repetidas situações de crueldade, e segundo eles, inúmeros tipos de violências horrorosas sendo praticadas diariamente, e as mulheres, coitadas, sãos as maiores vítimas, elas sofrem sem poderem reclamar, e são também vendidas em leilões de escravos, elas têm o seu preço superior ao dos homens, porque além de serem forçadas ao trabalho escravo, elas também são vítimas de abusos sexuais, vemos também em cada esquina uma mulher sendo maltratada, espancada e estuprada pelos que se dizem machões, e muitas delas não resistem, perecem no local, hoje temos que viver trancafiados nas nossas próprias casas por causa dos assaltos, e nos tempos atuais, ninguém mais é totalmente livre, e até pouco tempo eu pensava que tinha cessado a escravidão no mundo, mas parece que eu estou redondamente enganada, e o meu humor não está para suportar determinadas coisas, uma vez que estamos vivendo na era da informática, temos a internet ao vivo e em cores espalhada no mundo inteiro, jornais, canais de televisão, as operações do coração são feitas à distancia, idas a lua, a marte, temos os automóveis de última geração os quais não precisam de condutor, dentre tantas outras coisas mais para facilitar a vida, e a isso chamamos de progresso, porém retornamos a era mais longínqua que se pode imaginar, afinal eu pergunto, em que século estamos? Medieval? Pré Histórico? Será que podemos viver pelo menos um dia sem violência? Alguém pode me responder? Falta educação, saúde, segurança, e muito mais, porque alguns só pensam em si e nos bolsos abarrotados, e o povo que se vire, se puder, as queimadas acontecendo a todo instante deixando as nossas florestas arrasadas, nossos animais estão ficando sem o seu habitat natural por causa da ganância do homem, e a mãe natureza também sofre e cobra caro o seu preço, tudo isso é lamentável, e enquanto a semente do amor não for plantada no coração de todos, jamais teremos paz, jamais teremos irmandade, é preciso haver conscientização da humanidade, os exemplos estão aí e falam por si só, e quando chegar a nossa hora de partirmos desta vida, se pode levar daqui, apenas o que de bem ou de ruim fizemos a favor ou contra o nosso próximo, porque somos como pedra bruta retirada da pedreira mais longínqua, cheias de marcas e pontos obscuros, porém aos poucos vamos tentando nos lapidar e quem sabe, um dia possamos nos transformar na preciosa essência propriamente dita.
Escritora Maria José da Conceição (Mj), em 20/11/2017.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

FRAGMENTOS DO PASSADO

Nem tudo que reluz é ouro...Boa semana para todos.
Quantas vezes me pego a pensar na liberdade de andar e correr pelos campos sem medo, brincar livremente nas calçadas com bonecas de pano ou feitas com sabugo de milho, juntar-se as demais crianças, fazer roda de cirandinha, esconde-esconde, jogar bola, caçar ovos das patas nas lagoas, subir nas árvores de pequeno e grande porte para colher frutos, e as mais preferidas eram caju, manga, jabuticaba e pitomba, de adentrar nos currais e ver os vaqueiros da época tirar logo cedo o leite das vacas, então me aproximava, eles pegavam meu copo, enchiam e eu bebia me lambuzando toda, e saía dali feliz, depois seguia para as casas de farinha a fim de comer beiju bem quentinho, e como se não bastasse ver tantas guloseimas, ainda comia um prato de macaxeira com carne de porco, que de vez em quando dava uma reviravolta nas tripas, mas valia a pena. Quantas vezes me pego pensando nos bons tempos da infância, na felicidade simples de outrora encontrada em cada canto e no rosto das pessoas cumprimentando uns aos outros expressando um sorriso jovial. Quantas vezes me pego a pensar no respeito que os mais velhos faziam questão de nos ensinar desde muito cedo, mesmo através de palmatória e alguns castigos da época, e sem modéstia, nós sabíamos nos comportar nas escolas e em qualquer lugar, de conhecermos e cantarmos os hinos: Nacional, da Bandeira, do Estado e do Município, numa organização moral e cívica maravilhosa, e esse mesmo respeito, substantivo masculino que se refere ao ato ou o efeito de respeitar-se, bem como atitude necessária para favorecer a convivência na família, no trabalho, na comunidade, servindo de estreitamento nos laços de amizades, aceitando as diferenças, percebendo que cada pessoa tem o livre arbítrio de escolher ser quem ela realmente quer ser, na forma de pensar, agir, escrever, opinar, porém, nos tempos atuais torna-se difícil quando se quer ter razão a qualquer custo, ou quando se supõe, frente a qualquer ponto de vista, que a própria postura é a única possível, sem usarem o bom senso, e sem terem consideração e apreço pelo próximo, sendo preconceituoso em desfavor da etnia, das crenças, e de tantos outros, e tudo isso dói nas plaquetas da sabedoria, portanto, antes de julgar, é preciso se inteirar dos fatos, pesquisar e ler a fim de ficar por dentro da história e das notícias, para depois pensar se deve ou não, seguir adiante, pois recordar é preciso, e o mais belo é reviver cada momento, porque a estrada tem começo, meio e fim, e todos nós temos o mesmo sangue vermelho correndo nas veias. Enfim, hoje fico a chorar de tristeza nos soluços da madrugada que só eu mesma posso ouvir, bem como nos lamentos do meu pranto enchendo de saudade este pobre coração sofrido, em saber que só restam as boas lembranças dos tempos idos.
Escritora Mj, em 28/05/2017.