sábado, 7 de janeiro de 2017

RUÍDOS DO SILÊNCIO

Ouve-se calmamente lá fora
A voz do silêncio na noite
Na mente as lembranças teimam
E não se apagam com o tempo
Porque a vida continua
No desejo pequenino
Bebendo do amargo vinho
É vida que sonha e voa
Sem ter do que reclamar
Porém não é atoa
Que ela sempre retorna
E pousa no mesmo lugar
Entretanto deixa rastro
De turbulência no coração
Causada pela dor da ausência
Que passa no vão da natureza.

Escritora Mj, em 07/01/2017

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